A acolhedora Dulce
19/08/2009 por Adriana Schnell/Assessoria de Comunicação
Assistente
administrativa da FDB-POA trabalha na Instituição desde 2004
Uma romântica assumida, que gosta de
caminhar à beira mar, curte as músicas do Rei Roberto Carlos e abre um sorriso
lívido quando fala dos jovens que diariamente recepciona na Faculdade Dom Bosco
de Porto Alegre. Assim, em poucas palavras, pode ser definida a assistente
administrativa Dulce Petry Ramos, funcionária da FDB-POA desde julho de 2004.
Foi na mudança para o prédio próprio da
Faculdade que Dulce ingressou na Instituição, onde os dois filhos vivem a
expectativa do último semestre do Curso de Administração. Para orgulho da mãe
zelosa, Rafaela, 30 anos, e Fábio, 28, ex-alunos do Instituto Maria Axuliadora
e do Colégio Dom Bosco de Porto Alegre, deverão colar grau em janeiro de 2010.
O envolvimento dos Petry Ramos com o carisma salesiano, portanto, é de longa
data, tempo suficiente para permitir que Dulce afirme sem relutar: ‘Dom Bosco
nos deixou o grande ensinamento do amor, aquele que acolhe, educa e forma, aquele
que valoriza o ser humano, seja qual for a circunstância, aquele que acredita
no potencial da juventude.’
Moradora desde 1994 na Rua Eduardo
Chartier, em frente à quadra salesiana, Dulce também realiza trabalho
voluntário junto à Paróquia Dom Bosco, onde é catequista, atividade que a
encanta: ‘As crianças são muito exigentes, querem saber tudo, gostam de
participar e entendem com facilidade a importância do Cristo na vida de cada
um.’
De segunda a sábado, Dulce está responsável
pela recepção de alunos e professores logo na entrada da Faculdade. É do seu
posto que dá informações, orienta sobre aulas e reuniões, ouve histórias,
distribui palavras de apoio e vive momentos de grande emoção, como a celebração
do início de uma jornada acadêmica ou a alegria da tarefa concluída, quando os
acadêmicos defendem um trabalho nas bancas de TCC e dão o grande passo para a
conclusão do Ensino Superior.
Nas horas vagas, dedica-se aos trabalhos
manuais, à leitura e a ouvir música. Também envolve-se na preparação da liturgia
das missas e dos galetos da Paróquia. Para o futuro, além de celebrar, com o marido Rogério, com quem é casada desde 1978, a
conquista dos filhos, que se tornarão bacharéis, não descarta ela mesma
ingressar na faculdade: ‘Penso em fazer o Curso de Serviço Social e ampliar
meus conhecimentos na área social.’
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